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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Resultado de uma vergonha nacional




A primeira aviadora oficial da força aérea brasileira pediu baixa para assumir um cargo burocrático na auditoria da controladoria geral da União. Um militar, para chegar a tenente, como ela, precisa passar por estudos bastante exigentes, treinamento e ter muita paciência para se conseguir atingir seus objetivos. Normalmente são profissionais com qualificação maior do que muito civil que ganha o dobro deles para fazer muito menos. É uma vergonha para mim, como brasileiro, ver que as forças armadas são tão negligenciadas pelos políticos brasileiros (para mim, todos corruptos, pois duvido que alguém preste dentro do congresso e do poder executivo), que faz uma pessoa que passou por tantas dificuldades para entrar para a história do país (ela foi a primeira aviadora da FAB), a desistir disso para trabalhar em algo que ela possa receber um salario de acordo com o que ela certamente merece. Fora a questão da remuneração baixa, como aqui comentei, o sucateamento das forças armadas levam a uma desmotivação geral quanto a seguir a nobre carreira militar. Enquanto isso, o povinho do país (no diminutivo mesmo, pois não passam de uns idiotas) assiste a merda do Big Brother, cheio de veados e putas, assiste, alegremente a bosta imunda do carnaval, a maior imbecilidade publica deste planeta.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Encontro cancelado e uma nota pífia, que esconde a violência


Um leitor deste blog recebeu o seguinte e-mail da Editora Contexto, que publica o livro “De Cuba, com Carinho”, de Yoani Sánchez, e cuida de sua agenda no Brasil.

Em função da proporção que tomou a passagem da blogueira cubana Yoani Sánchez no Brasil, a Saraiva optou por cancelar o evento programado na sua loja do Shopping Pátio Higienópolis no dia 23/02/2013, às 16h, para garantir a segurança de seus convidados e clientes.

Voltei

Intencionalmente ou não, o texto é incompatível com a gravidade do fato e indigno da história que está sendo vivida. “Em função da proporção”??? O que isso quer dizer? Cadê as palavras “agressão”, “violência”, “intimidação” ou qualquer um dos seus sinônimos?

“Proporção”???

Esse texto serviria caso a presença da blogueira cubana tivesse atraído milhares de pessoas que fossem lá para aplaudi-la. E olhem que o encontro na Saraiva seria com Eduardo Suplicy e Gilberto Dimenstein.
O jornalista, aliás, em sua coluna, escreve o que segue sobre os brucutus:

“Esses grupos mostram um culto à repressão de ideias — e, na prática, acabam involuntariamente dando razão a quem critica Cuba pela falta de liberdade.”

Pode não parecer à primeira vista, mas é um juízo torto. Não é preciso que essa canalha saia por aí, ameaçando espancar as pessoas, para que aqueles que criticam Cuba pela falta de liberdade tenham razão. Eles a teriam ainda que os vagabundos estivessem debaixo da cama.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Urgente: Lula concorrerá ao cargo de Papa



Sessão Comédia do Blog

Lula já estuda concorrer ao cargo de papa, usará o nome de Luís Inácio LI (51 em romano), terá como relíquias sagradas a Cachaça de São Francisco e o Famoso Licor San Rafael e diz que abandonará o conhaque Presidente.

Ultimas noticias:  Obama também se movimenta para ser o próximo papa. Depois de ser sacramentado o melhor presidente americano do mundo inteiro - do universo, se os aliens concorrerem - por fazer mais guerra do que o odiado Bush, o povo americano - os esquerdistas claro - já querem lançá-lo ao cargo de Papa. O plano dos esquerdistas é que, depois de chegar ao trono de ouro no Vaticano, Obama também concorra ao cargo de anti-cristo, ao qual sonha desde criança ocupá-lo.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Boate Kiss: coincidencias sinistras


KISS - palavra que traduzida do Inglês significa "Beijo", foi o palco dessa tragédia. Kiss era uma boate no centro daquela cidade a qual costumava reunir nos finais de semanas e nas ocasiões de comemorações, centenas de jovens universitários....

.... Naquela trágica ocasião era essa a banda musical que tocava na festa. E nesse pôster de divulgação da tal banda, vemos o seu proprietário e vocalista ao lado do cartaz de divulgação onde uma cena verdadeiramente bizarra e surreal era mostrada: - um esqueleto em chamas, controlando a mesa de som e o fogo acima! Há informações que na página do seu Facebook, esse proprietário da banda teria postado em relação à festa que ocorreria na boate uma frase terrivelmente profética: - HOJE A KISS VAI PEGAR FOGO!...

.... E da série das trágicas coincidências que envolveram aquela tragédia, há essa informação de que no momento em que o fogo começou a tal banda tocava a música: - DIE YOUNG (Morrer Jovem), de autoria da cantora Ke$ha. E se foi isso mesmo, vamos então agora dar uma olhada em trechos da sua estranha letra:
"Vamos aproveitar ao máximo a noite porque iremos morrer....
.... Como se fosse a última noite das nossas vidas....
.... Continuaremos dançando até morrermos....
... Iremos morrer jovens...
.... Vamos fazê-la a última noite das nossas vidas. Continuaremos dançando até morrermos."




Enfim, foi mesmo uma aterrorizante armadilha mortal. Não havia ventilação no recinto, exceto nos banheiros onde as janelas estavam lacradas e vedadas por uma grossa camada de tijolos duplos. Do lado de fora, e em desespero, as pessoas quebravam a parede para tentar salvar os que estavam amontoados e aprisionados lá dentro, inevitavelmente morrendo asfixiados!



Essa era a única entrada e saída da boate KISS. Além disso, lá por dentro, contrariando a legislação, não havia saídas de emergência e as estreitas portas internas, cercadas por grades, somente permitiam a passagem de uma pessoa por vez para atingir essa única saída! (IMAGEM: globo.com)


E aqui, mais uma trágica coincidência nesse lamentável evento: - A DATA! 27 de janeiro é tradicionalmente lembrado como o Dia internacional das Vítimas do Holocausto nazista, durante a Segunda Guerra Mundial, ocasião em que milhares de pessoas, notadamente o Povo Judeu, foram exterminadas em câmaras de gás e posteriormente incineradas nos fornos crematórios....


BOATE EM SANTA MARIA SE TRANSFORMOU EM UMA CÂMARA DE GÁS? Sim, aqui encontramos uma sinistra analogia!....



.... E aqui, e nesse sentido, mais uma horrível coincidência: a espuma acústica que revestia o teto do ambiente, em combustão, liberou o gás cianídrico, um dos gases mais letais que se conhece, imediatamente envolvendo através de uma espessa fumaça negra todo o recinto!...



... Curiosamente, O MESMO princípio do ZYKLON-B - o gás que os nazistas da SS de Heinrich Himmler usaram nas suas câmaras de extermínio!....



.... E vejam só o esquema de uma câmara de gás nazista. Apenas uma entrada e saída. Outra sinistra analogia!



E essa ilustração bem demonstra o cenário e o desenrolar daquela tragédia. Até o momento em que essa página foi ao ar, o número de mortos atingia 238 - um número qu tende a aumentar - sem contar mais de uma centena de jovens hospitalizados, alguns em estado gravíssimo, respirando por auxílio de aparelhos, com os pulmões queimados e vítimas de extensas queimaduras! (IMAGEM: poracaso.ocponline.com.br)



E aqui, uma outra estranha coincidência: o Sul do Brasil foi colonizado por Europeus, sendo que a COLÔNIA ALEMÃ e os seus descendentes ainda têm por lá um grande contingente!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Avivamento em Jonesboro, Arkansas

Outono de 1946. Estava agendado para o Rev. Branham conduzir 8 noites de avivamento em Jonesboro, Arkansas. A campanha evangelística foi patrocinada pelo reverendo Reed, em conjunto com igrejas locais. Para o avivamento fora alugado um grande auditório, descobrindo-se pequeno diante das milhares de pessoas atraídas à cidade. Segundo estimativa de um jornal local, 28000 pessoas de todas as regiões do país se fizeram presentes, lotando os hotéis e pensões e, num raio de 80 quilômetros ao redor da cidade não se encontrava um único quarto vago.


Image
Foto ilustrativa: Avivamento em Whashington

Ao dar início ao avivamento o rev. Branham percebe uma mulher acenando-lhe insistentemente, na fila da frente. Ela pergunta-lhe sorrindo:
“Você não me reconhece? A última vez que me viste foi em Little Rock (Avivamento de Litte Rock). Minhas pernas sangravam e eu estava fora de si”.

O reverendo a reconhece: era a mulher possessa, que ele havia visto no porão do auditório em Little Rock. Alguns meses antes ela estava em um deplorável estado. “Depois de você ter orado por ela aquela noite, ela sentou-se quietamente no carro durante todo o caminho de volta à instituição. Dentro de três dias, eles a declararam curada e a liberaram”, testemunhou seu marido. História completa no link( http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-114.html )




A fé dos presentes eleva-se com tão surpreendente testemunho, maravilhando-se ainda com o sinal na mão do reverendo, que revelava enfermidades de maneira surpreendente (Um sinal foi dado ao evangelista para vindicar seu ministério: toda vez que tocava a mão direita das pessoas com sua mão esquerda, apareceria ali um sinal característico, que, interpretado de acordo com a prática, revelaria qual doença possuía a pessoa ). Diante do quadro inusitado, sobrenatural, a fé dos presentes chega a um nível a tal ponto que nada parava diante dela.

O rev. Branham forma uma fila à sua direita, enquanto um fluxo interminável de pessoas passavam durante horas sob a plataforma, ansiosas por um bafejo da graça de Deus, seja na forma de cura ou libertação.

O ajuntamento Pentecostal continuou sem interrupções durante vários dias, sem que o rev. Branham arredasse pé da plataforma. Para não perder tempo, ele comia e dormia ao lado do altar improvisado, enquanto milhares de pessoas permaneciam reverentemente quietos, ao som do hino “Somente Crer”, tema das “Campanhas Branham”.

Quando algum dos presentes saiam do auditório, contava aos demais do lado de fora os fatos surpreendentes que presenciara, aumentando ainda mais a expectativa e o número de pessoas no local, atraídos pelo testemunho dos presentes.

Os surpreendentes milagres continuavam, inesgotáveis, dia após dia, madrugada após madrugada. Exatamente às 4:00 horas da manhâ uma mulher aproxima-se da plataforma, segurando sobre o nariz um lenço. O reverendo achou que ela chorava mas, ao pegar sua mão, foi-lhe revelado que ela tinha câncer. Ela já não tinha nariz, pois já fora devorado pela enfermidade. O quadro era estarrecedor.

“Você crê”? Branham pergunta.
“Irmão Branham, eu tenho que crer!!! Esta é minha única esperança”. Era visível o desespero da jovem mulher.
"Então, irmã, eu posso te ajudar. Porque o anjo que me encontrou me disse que se eu fosse sincero e levasse as pessoas a crerem em mim, então nada parararia diante de minha oração, nem mesmo o câncer”. Unindo-se em desespero na oração com a mulher, o reverendo sente as ferozes palpitações demoníacas característicos do câncer diminuírem em sua mão, sentindo que Deus a curava .

Obs: vários meses se passaram quando, no avivamento de Texarkana, Texas, esta mulher foi à frente, dizendo:
“Irmão Branham, você me reconhece?”
“Não, irmã, eu acho que não”.
“Lembra-se em Jonesboro quando você orou por uma mulher cujo nariz tinha sido devorado pelo Câncer?”
“Você não é aquela mulher, é?”
“Sim, eu sou”, ela respondeu. “Não somente o câncer tem se ido, mas como pode ver meu nariz cresceu novamente”.



O Oitavo dia de Avivamento


Após 8 dias de constantes orações e milhares de pessoas na expectativa de receberem oração, o reverendo interrompe a reunião para receber sua esposa Meda na estação ferroviária. Quando se dirigiam para o auditório, foram obrigados a parar e estacionar a diversas quadras de distância do local das reuniões. As ruas estavam abarrotadas de veículos a tal ponto que impedia o trânsito até dos pedestres.

Para entrar no edifício foi preciso que o escoltassem, tal a quantidade de pessoas do lado de fora. Dentro, o reverendo Branham nota alguém acenando-lhe com um boné.
“Você não é o irmão Branham?”
“Sim, eu sou. Mas não deveria orar por ninguém, senão causarei um distúrbio. Se você puder entrar na fila de oração irei...”
“Oh, eu não estou procurando por oração para mim mesmo. Eu sou motorista de ambulância. Estou com uma paciente idosa na ambulância, que penso que já pode estar morta neste momento. Como não consigo encontrar nenhum médico, gostaria que pelo menos ela recebesse oração do senhor”.

“Senhor, eles não acreditariam em mim se eu dissesse que ela está morta. Você precisa chamar um agente funerário.”


“Eu gostaria que você viesse comigo”, insiste o motorista. “O marido dela está desesperado e talvez você possa acalmá-lo”.
Havia uma área designada pelas autoridades para ambulâncias. “Eu acho que poderia chegar até a mulher. Há uma multidão entre nós e as ambulâncias”.

Um dos policiais que escoltavam o Rev. Branham oferece-se para ajudar. Depois de muitos empurrões, eles conseguem chegar às ambulâncias. Os guardas ficam do lado de fora, enquanto o Reverendo e o motorista sobem na ambulância. O ancião levanta seus olhos angustiados para os dois, visivilmente perturbado.
“Você é o médico?”
“Não, eu sou o irmão Branham”.
“Oh, irmão Branham”. Ele olhava para a senhora na maca. “Eu a perdi. Ela parou de respirar há poucos momentos atrás. Ela queria tanto te ver antes de morrer. Eu vendi algumas colchas que ela tinha feito e algumas conservas de amoras-pretas para contratar esta ambulância. Agora ela está morta.” “Bem, senhor, a única coisa que posso fazer por ti é oferecer uma oração”.

Olhando a senhora, tinha-se a impressão de que estava morta. O reverendo toma sua mão procurando-lhe o pulso, mas não sente sua pulsação.

“Querido Senhor Jesus”, ora suavemente o Rev. Branham. “Eu oro para que tu sejas misericordioso para com este irmão; ajude-o e o abençoe. E por esta muher que veio por este caminho crendo que...”. O reverendo pensa sentir um pequeno movimento da mão da senhora em sua mão. Abrindo os olhos, vê que tinha se enganado, pois a aparência da mulher era cadavérica. Continuando a orar, momentos depois ele sente novamente um aperto em sua mão, este bem mais forte. O reverendo não tem mais dúvidas de que a vida pulsava novamente naquele corpo.

O ancião ainda orava, quando a anciã levanta a cabeça e pergunta ao reverendo: “Qual é o seu nome?”
“Eu sou o irmão Branham.”
Só agora o ancião percebe que sua esposa falava. Ele clama surpreso:
“Mãe, mãe”
, abraçando-a em seguida, em gozo.


Pedido de Misericórdia

Os gritos do ancião atrai a atenção da multidão. “Penso que eles descobriram quem é você. Você vai ter problemas para voltar ao edifício”, avisa-lhe o motorista. Conseguindo sair da ambulância disfarçadamente, segue para o edifício, enquanto uma chuva fina começa a cair sobre a multidão. Ao tentar atravessar a fila para entrar no edifício, o reverendo é severamente repreendido pelas pessoas ali postadas. Passando ao lado da fila, ele encontra-se de frente a uma jovem de cor, de uns 17 anos, que clamava insistentemente por seu pai. Claramente se via que era cega; seus olhos estavam tomados pela catarata. Ninguém se prontificou a ajudá-la, pois era uma negra entre brancos.

O reverendo coloca-se no caminho dela, apiedado por tamanha injustiça. Ela choca-se com ele. “Com licença”, diz ela. “Estou procurando meu pai, que perdi na multidão. Você poderia ajudar-me a pegar o ônibus de Menphis?”
“Sim, posso te ajudar”, responde o reverendo. “O que você está fazendo aqui?”
“Meu pai e eu viemos ver o curador”, responde ela.
“Como você ouviu falar dele?”


“Esta manhâ eu estava ouvindo o rádio, e colocaram um homem ali que contou como que por anos ele não podia falar uma palavra e agora ele podia falar. Um outro homem disse que tinha estado numa pensão para cegos por 12 anos e agora ele podia enxergar tão bem que podia ler sua bíblia. Isto me deu esperança. Eu não tenho saída a menos que eu chegue ao curador. Porém esta é a última noite que ele estará aqui e eu e meu pai não conseguimos nem chegar perto do edifício. Agora eu perdi meu papai e não consigo chegar ao ponto de ônibus. O senhor podia ajudar-me?”

“Sim”, responde ele. “Você crê que Deus possa curar? Eu tenho que saber, antes de ajudá-la”.

“Sim, senhor, eu creio”.

“Irmã, talvez eu sou aquele o qual você está suposta a ver”.

A jovem cega agarra seu paletó firmemente. “É você o curador?”

“Não, senhorita. Eu William Branham, o pregador. JESUS CRISTO É O CURADOR. Agora, se você tirar suas mãos de meu casaco...” O reverendo tenta inultimente retirar suas mãos de seu paletó.
“Tenha misericórdia de mim, irmão Branham.” Implora ela, segurando-o mais forte ainda.
“Irmã, você me deixaria segurar sua mão enquanto oro?” Ele solta-lhe uma das mãos dela com dificuldade, segurando-lhe com sua mão esquerda. “Querido Jesus, um dia tu carregaste aquela cruz arrastando-a pela rua; sangue correndo de seu ombros; seu corpo pequeno e débil cambaleante sob o peso. Um homem de cor chamado Simão de Cirene ceio ao seu lado, pegou a cruz e te ajudou a leva-la. E agora um dos filhos de Simão está titubeante aqui na escuridão; eu tenho certeza de que tu entendes...” A mocinha estremece repentinamente. “Algo acabou de entrar em mim”, diz ela. “Meus olhos estão frios”

O rev. Branham pede-lhe que feche as pálpebras por uns minutos, declarando-a curada em nome de Jesus. Ele pede-lhe que não dissesse nada a ninguém sobre o acontecido, para que ele não fosse reconhecido no meio da multidão. Em seguida, pede-lhe que abra os olhos:
“São luzes?”, pergunta espantada.
“Sim. Você pode contá-las?”
“São quatro! São pessoas indo ali?
Antes que o reverendo pudesse esboçar uma reação, ela solta um grito, em alta voz: ***“Louvado seja Deus! Eu posso ver! Eu era cega e agora vejo!”

A multidão começa a mover-se na direção do reverendo e da moça de cor. Um grupo de policiais próximo teve que se apressar em socorrê-lo. Antes que os guardas o conduzissem para o edifício, um homem com uma perna deformada grita-lhe acenando a mão do meio da fila: “Eu sei que você é o irmão Branham. Tenha misericórdia de mim. Eu estou aqui há oito dias. Eu tenho cinco filhos em casa, e sou aleijado. Eu creio. Se você pedir a Deus, ele fará isto”. “Então, no nome de Jesus Cristo, dá-me tua muleta”.
O aleijado não pensou duas vezes. No mesmo instante sua perna endireitou-se. O ex-aleijado tira seu sapato e começa a batê-lo no asfalto, gritando em alta voz: “Estou curado! Estou curado!”


***Vários anos depois esta moça cega reconheceria o rev. Branham. Ela trabalhava em um restaurante e, segundo ela, nunca mais sentiu qualquer problema desde sua cura no avivamento de Jonesboro, Arkansas.






Fonte: Livro Sobrenatural: A Vida de William Branham

Avivamento do Entardecer


O ministério evangelístico de William Branham foi decisivo para o movimento evangélico no pós-guerra. Logo ao término da grande guerra, o mundo passava por uma profunda mudança de comportamento, advindas da mudança de mentalidade decorrente do sofrimento no grande conflito. Nesta mudança, Deus não estava de maneira nenhuma incluído. As campanhas de cura mundiais, promovidas pelo Rev. William Branham, mudou este modelo de pensamento.






Avivamento em Tacoma, Whashington


















Seus avivamentos mundiais, onde a presença de Deus se fazia sentir através de milagres e manifestaçôes espirituais, mudou a trajetória de declínio do movimento evangélico. William Branham e seus avivamentos ao redor do mundo mudou a história Cristâ do Século vinte, destruindo conceitos arraigados no seio da comunidade Cristâ. Por ser responsável por destruir o paradigma evangélico de que Deus não atuava mais entre seus filhos, William Branham pode ser considerado, sem sombra de dúvida, como o profeta do movimento evangélico.
















Foto tirada no avivamento dCamdem
,Arkansas, em 1946, da luz
sobrenatural sobre a cabeça de
William Branhan
A foto não está muito nítida,
mas tem
ela em alguns sites mais nitidas que
esta.














O Avivamento que mudou o Movimento Evangélico

Agosto de 1946, cidade de Camden, Arkansas.

É o segundo avivamento conduzido pelo evangelista americano William Branham, mas, devido à sua importância para o cristianismo, foi considerado como o "Divisor de Águas". O avivamento de Camden destrui o paradigma mental evangélico de que Deus não atuava mais milagrosamente entre seus filhos.

Camden, uma cidade com apenas 15.000 habitantes seria o começo verdadeiro do ministério evangelístico que resgataria a fé apostólica em cura divina e os dons espirituais. O primeiro avivamento de William Branham aconteceu em St. Louis, Missouri. As novas das curas e milagres acontecidas em St. Louis espalhara-se como "fogo na palha" pelos estados do Sul e meio-oeste americanos, surpreendendo a todos que ouviam a história de como um anjo comissionara um pregador a levar um dom de cura divina a todo o mundo.


A campanha de Camdem, organizada pelo Rev. Adams, iniciou-se com uma carga excepcional de ceticismo entre os presentes. As novas de que aleijados, cegos, surdos e outras enfermidades foram curadas em St. Louis, Missouri, pela oração , em nome de Jesus, do até então desconhecido William Branham, trouxe uma audiência totalmente movida pela curiosidade, esperando ver com seus próprios olhos o que se ouvia de boca em boca. Durante seu sermão, o Rev. Branham tentou convencê-los de que Deus enviara seu anjo e que ele estava ali, presente. Em dado momento, a atmosfera de incredulidade e ceticismo mudou repentinamente. Parecia que uma presença sobrenatural se fazia sentir pois as pessoas começaram a olhar ao redor, incomodados por um sentimento indefínivel, que não conseguiam compreender. O Rev. William Branham também sentiu. Do púlpito onde estava ele viu um redemoinho, um círculo de fogo entrando pelas portas do fundo do ginásio. "Eu não preciso mais falar sobre o anjo, pois ali vem ele", disse o reverendo. O fogo sobrenatural adentrou o ginásio, movendo-se pelo corredor. Ao verem aquela forma inacreditável movendo-se acima de suas cabeças, a multidão alvoraçou-se. Mulheres e crianças desmaiaram. Outros recuaram assustados. A presença sobrenatural abalou a multidão presente. A incredulidade dissolveu-se como "fumaça ao vento". O ginásio, lotado, viu aquele fogo sobrenatural. Não foi uma, duas, três pessoas, mas umas três ou quatro mil pessoas (quantidade incerta). A presença sobrenatural do anjo de Deus se fêz visível, dissolvendo o ceticismo.

Quando a luz adentrou o ginásio, um ministro Batista, assentado em uma cadeira de rodas, estava posicionado no corredor, na frente. Quando a luz passou sobre sua cabeça, ele rapidamente se livrou de sua cadeira, louvando a Deus em alta voz, entusiásticamente. A multidão, em estado de choque, ao ver um aleijado lançar fora sua cadeira de rodas, foi elevada a um estado de fé indescritível, já pujante devido à manifestação sobrenatural. Eles estavam ali para verem com seus próprios olhos as curas e milagres. Mas, o que eles viram foi muito mais do que isto. A manifestação sobrenatural diante de milhares de pessoas era, para eles, uma prova incontestável do poder de Deus. A luz sobrenatural avançou até o púlpito, até´pairar sobre a cabeça do Rev. Branham. O reverendo Adams estava do outro lado do púlpito. Neste instante, um repórter presente levantou-se rapidamente e tirou uma fotografia ( Link da foto:www.seekgod.ca/images/brlight.jpg) da luz sobrenatural. Diante deste quadro inacreditável, inusitado da presença de Deus, a fé das pessoas atingiu um patamar, uma intensidade indescritível. Curas e milagres aconteceram.

O reverendo orou pelos enfermos até depois da meia-noite, encerrando o culto quando seu braço ficou totalmente dormente. Já de manhâ, enquanto orava em seu quarto, ouve-se uma discussão próximo à sua porta. Era o repórter que estava na reunião da noite. Um funcionário do hotel barrara-lhe, quando tentara abrir a porta do quarto do reverendo, situação resolvida quando William Branham interviu, convidando-o para entrar. Este estende-lhe uma foto, em preto e branco, tirada na reunião anterior. Nela, William Branham estava de pé, na plataforma, enquanto sobre ele pulsava a luz sobrenatural. "Irmão Branham" , diz o repórter: "Eu admito que no inicío eu era céptico. Pensei que a história do anjo e cura era psicologia. Mas aqui está nesta foto. Há quatro luzes espaçadas e uniformemente posicionadas abaixo da galeria. Eram as únicas luzes atrás de você. Isto significa que esta luz pulsando ao redor de sua cabeça é algo sobrenatural." "Eu pertenço à igreja Batista, mas eu quero o Espírito Santo da forma que você o tem." Antes que o reverendo pudesse abrir a boca, alguém bate à porta. Era a gerente do hotel. William Branham mostra-lhe a foto. "Esta é a razão pelo qual estou aqui", diz ela. "...eu estava ali a noite passada e vi esta luz também." "...irmão Branham, eu - eu quero ser nascida de novo". Os três, humildemente ajoelham-se e ambos, a gerente e o repórter, rendem-se completamente à Deus. Um pouco mais tarde, um garoto vem entregar ao reverendo um telegrama de um desconhecido Rev. G.Brown, pedindo a Branham para ter reuniões em Litlle Rock, Arkansas. O garoto se dirige ao reverendo, comovido: "Meu papai tinha algo errado em suas costas por anos. Na noite passada ele foi curado e hoje ele está diferente. É como ter um novo papai. Eu quero conhecer Jesus também." "Abençoado seja seu coração, filho", diz o reverendo: "Entre e feche a porta. Você pode encontrar Jesus bem aqui. Não é difícil". Colocando seu chapéu no chão e ajoelhando-se tal qual o repórter e a gerente do hotel momentos atrás, o garoto entrega seu coração a Cristo.

A jornada de fé e milagres, no avivamento de Camden continuou ao longo da semana. Cada vez mais a multidão crescia, movidos pela inacreditável história de que Deus estava manifestando-se de maneira estraordinária na cidade, de maneira sobrenatural, visível e palpável aos olhos humanos. Os cultos de cura prolongaram-se até depois da meia-noite, com o reverendo Branham orando por uma interminável fila de pessoas. E assim foi até o último dia de avivamento. Ao término da campanha, na mesma cidade, estava agendado para o Rev. Branham pregar em uma congregação local, no domingo de manhâ. Após o culto, escoltado por quatro policiais, o reverendo se dirige ao carro do Rev. Adams. A multidão se espremia para ver o Reverendo, enquanto este passava. Os policiais continham a custo a multidão afastada. Enquanto se dirigia ao carro, entre a massa de pessoas, o Rev. Branham ouve alguém gritar: "Tenha misericórdia! Tenha misericórdia!" Procurando ao redor, ele vê um ancião de cor, junto a uma mulher, distante da multidão de cor branca, em um outeiro. William Branham pára, um sentimento indefínivel, de alguma maneira ligado ao Sr. de cor, de pé no outeiro próximo. O reverendo caminha em sua direção. Um dos policiais que o escoltava pergunta-lhe: "Aonde você vai, reverendo?" " O Espírito Santo quer que eu vá onde está o homem de cor," responde-lhe. "Não faça isto", adverte o policial. "Com todas estas pessoas brancas ao teu redor, você vai causar uma revolta. Isto é o Sul". "Eu não me importo quais são suas leis . O Espírito Santo está me dizendo para ir falar com aquele homem" . William Branham, juntamente com os policiais, dirigem-se ao outeiro onde estava a mulher e o homem de cor.

"Querido, aí vem o pastor", avisa ela ao seu acompanhante, alto o suficiente para o reverendo ouvir. Os poilicais formam um anel protetor ao redor de William Branham para manter a multidão afastada, enquanto este pergunta ao ancião: "Posso te ajudar, tio?" O homem levanta a cabeça na direção errada da do reverendo, demonstrando que era cego. O ancião gagueja: "É - é você, pastor Branham?" "Sim, tio." O ancião passa as mãos por sua face. "Oh, você é um jovem", surpreende-se ele. "Não muito", diz o reverendo.

"Eu tenho estado enclausurado em um pensão para cegos por dez anos." Diz o ancião.


" Eu moro a 320 quilômetros daqui. Eu nunca ouvi falar de você em minha vida até esta manhâ. Por volta das três horas da manhâ eu acordei em meu quarto - é claro, eu não posso ver nada - e olhei, e bem distante de mim estava minha velha mâe. Ela já morreu há muitos anos; mas quando estava viva, ela tinha uma religião como a que você tem. Minha mamâe nunca mentiu em sua vida. Esta manhâ ela estava ali e disse: ´Filho querido, levante-se, coloque suas roupas e vá até Camdem, Arkansas. Pergunte por alguém chamado Pastor Branham e você terá sua visão´. Então aqui estou eu. Você pode me ajudar?" O reverendo comove-se, ao ouvir o ancião. Colocando sua mão sobre os olhos do homem, ele ora: "Pai celestial, eu não entendo sua mâe vir até ele em um sonho, porém eu te peço no nome de Jesus... o reverendo ouve o homem dizer calmamente: "Obrigado, Senhor, obrigado". Sua esposa pergunta-lhe, espantada:

"Querido, você vê?". "Certamente que eu vejo. Eu te disse que se eu viesse aqui eu veria. Olhe ali", apontou o carro usado por William Branham.

"Vê aquele carro ali? Ele é vermelho". "Oh Jesus !" Grita sua esposa, abraçando-o entusiasmada. A multidão se agita. Os policiais escoltam o Rev. Batista William Branham em segurança ao seu carro.